Maternidade B, uma nova forma de empreender

Temos algumas certezas em relação a nossa identidade, criamos um bom personagem que fortalece essa crença de nós mesmos e gastamos bastante energia em mantê-lo. Nossa identidade principal está bem ligada ao nosso Sol no Mapa Astral, ali é onde centralizamos e também onde ou a casa que o Sol está no Mapa Astral é onde mora esse personagem.

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Mas a vida não é aquilo que planejamos, ela nos desafia, traz dúvidas, incoerências, medos, insegurança...e é quando saímos da nossa zona de conforto que algo começa acontecer.

A Maternidade pode ser uma dessas etapas da vida que nos desconforta, provavelmente não tão alegre e feliz como projetamos, ela nos brinda constantemente a desafiar esse personagem a tanto tempo criado e cuidado por nós. Esta fase da mulher que inclui sair de um papel e entrar em outro gera desconforto na nossa individualidade e por isso é uma oportunidade de transformação e de reinvenção.

Quando brincamos com o termo de Maternidade B, é porque vivemos dois lados na experiência (A - o amor e a realização e B - a perda de um eu, a morte de um personagem). Nessa nova experiência temos também uma nova oportunidade, criamos soluções, nos adaptamos, flexibilizamos, enxergamos outras oportunidades de trabalho, criamos rede de apoio (pois precisamos), nos abrimos para viver o novo, o criativo.

São inúmeras as histórias de mães e pais que a partir dessa vivência abriram novos negócios, criaram soluções, transformaram suas vidas, mudaram de cidade ou país...Muitos pais também vivem algo nesse nível também mas, é nítido que algo acontece com a mulher/mãe que atravessa não só um nível físico corporal mas algo transpessoal também.

Compreendo como transpessoal, algo que está além da nossa personalidade, algo que nos conecta com um processo coletivo de mudança. Algo que TRANSpassa o meu querer pessoal. No Mapa Astral olhamos os planetas Netuno, Plutão e Urano como esses símbolos que nos transpassam e trazem essa força de impulso que está além do óbvio.

Permita-se ser transpassada pela vida e que a maternidade que nos brinde cada dia mais o encontro com o criativo.

Este texto foi escrito inspirado no Workshop realizado no Social Goog Grazil, em Setembro de 2018. Próximo encontro sobre este tema será dia 14/09 as 14hs, veja nossa agenda.

Texto escrito por Karol Fendel, astróloga, clubber Pandora, mãe do Milo. 

www.karolfendel.com

 

O Poder da Rede Feminina

Uma amiga muito querida teve bebê, segundo filho, chegou na maternidade parindo... E não foi no sentido figurado! 

Num grupo de amigas, ela nos contava a segunda façanha de ter tido um parto express! E entre nós falamos que ela havia roubado o lugar de uma outra amiga, que tbm era dessas! Chegava na maternidade sem tempo nem p internação! 

Daquele tipo que conta que no caminho da maternidade disse q estava com fome e que tinha medo de ser internada sem poder comer, então passou logo p comer um Xis. 

Pra mim que tive um trabalho de parto bastante longo, 52 horas no total, entre prodromos (bem doloridos) até o nascer na 1a gestação e outro de 9 horas, brincávamos da inveja delas terem essa sorte. 

No gancho brincamos com outra que chegou na maternidade “se sentindo estranha”... Estava parindo e não sabia, até hj ela procura a tal dor enorme do parto que nunca sentiu... 

E aí falaram da minha fartura em leite... Algumas dessas amigas não conseguiram o parto normal... Outras dessas amigas não puderam amamentar... Fiquei (e estou ao escrever) tocada com nossas trajetórias... Diferentes em alguns pontos, cada uma sofre aquilo que não conseguiu, comemora seus feitos, e é aplaudida pelas outras, acarinhada qndo se sente fracassada... Pq é assim q nos sentimos qndo a coisa não sai como planejamos...

É incrível o poder e a força que sai desses grupos femininos... Que se une a cada nova etapa, que vibra e sorri com cada nova conquista, que acolhe e sopra cada ferida. 

Obrigada meninas! 

o poder da rede feminina

Obrigada a todas as minhas amigas que me apoiaram e me apoiam até hj.

Esses grupos de apoio são muito além do que a gente pode imaginar, seja para companhia entre as mamadas intermináveis, seja para contar que o filho vomitou e vc está entre ele e a obra.

Seja para compartilhar os grandes acontecimentos de um dente que nasce... Ou para passado esse início de puerpério sentar e beber! 

Se posso te dar uma dica: tenha um (ou vários) desses grupos! Mas tenha!

Post em parceria com escritoras do clube Pandora, Daniele - Empresa Etiquety

Grupo de Estudos na Pandora

Num lugar seguro, as mães se encontram e enfim se permitem um novo olhar, uma nova luz sobre si mesmas. A gente se apresenta, olha uma para a outra e para si mesma, escuta em cada voz presente um pouco da nossa própria história, sendo escrita e reescrita em nós mesmas.

Acreditamos aqui no Conexão Pandora que maternidade e o autoconhecimento caminham juntos, por isso criamos e abrimos o espaço para grupos de estudo. Nesta hora desconectamos do mundo lá fora para nos entregar a nós mesmas, conectando a tudo o que existe aqui dentro.

Um dos nossos grupos recorrentes, é o Grupo de Estudos da Função Materna, ali conversamos e refletimos sobre a jornada que é a Maternidade, coordenado pela Pediatra Márcia Gomes da Silva.

O trabalho está apenas começando. Para uma mãe, todo começar é uma vitória. São muitas as lutas diárias e é raro um tempo para chamar de seu. O despertar da maternidade acende dentro de cada mulher uma pulsão de transformar a si mesma em sua melhor versão. Nasce uma necessidade de se doar sem se perder, de crescer concedendo do seu próprio espaço, de abraçar e acolher suas próprias sombras, de ouvir, sem perder sua própria voz. É o aprendizado de respeitar o novo ser que chega ao mundo, a partir do autorespeito. Essa intensa experiência nos chama de volta a nós mesmas, enquanto o mundo parece nos puxar em direção ao superficial, externo, rápido, pronto.

O início de cada Grupo de Estudos da Função Materna, ou a conhecida “maternidade real”, celebra o empoderamento da mulher, que busca uma vida mais plena e realizada, através do seu desenvolvimento pessoal construído com informação de qualidade. Essa orientação é pessoal, ao vivo, e personalizada. Nenhum grupo é igual ao outro, ainda que os livros que norteiam o trabalho sejam os mesmos. O conhecimento vivo que surge da colaboração de pessoas reais é incomparável ao volume desmedido de conteúdos encontrados nas redes. Um viva às mães que podem dar esse primeiro passo!

Texto escrito em parceria do Clube Pandora - Márcia Gomes da silva

O Start do empreendedorismo materno: A hora de voltar ao Trabalho


E a maternidade tem dessas coisas, junto com ela vem um turbilhão de emoções, aflições,
medos, angústias, indecisões e muito amor, é claro... mas calma, “crises” vem justamente para
transformar algo em nossas vidas, se está se sentindo assim, é hora de sair da zona de
conforto e repensar quais as situações te afligem.
Que a maternidade é muito romantizada todas já sabemos. Mas a verdadeira verdade é que
nosso “padecer no paraíso” começa logo após o nascimento, conferimos dedinhos dos pés, das
mãos, se enxerga, se ouve, vivemos na pele o velho ditado popular. Toda aquela preocupação
que não existia quando éramos só nós, e quem sentia eram nossas mães, vem agora como
uma tonelada de responsabilidade e privações individuais em forma de cuidados e atenção
para esse ser tão indefeso.
Sim, como poderia ser diferente? Quando damos à luz, nasce junto o maior amor do mundo, e
gostaria de saber qual amor vem desprovido de cuidados e atenção, de ficar lambendo a cria o
tempo todo. Nasce junto aquele “sexto sentido” de mãe que até os animais tem (e que nessa
fase, desperta mais forte do que nunca). Tudo junto e combinado para lidar com esse serzinho
que ainda não sabe se comunicar por palavras ou frases, e a pessoa que mais o entende é, sem
dúvida, a Mãe. A mãe parece que tem aquele chipzinho bluetooth que emparelha com o do
bebê e sente tudo, até mais do que deveria, essa intuição da mãe sobre as necessidades e
bem-estar do filho é sem dúvida nossa maior descoberta e prova de empoderamento
feminino.
Porém, contudo, entretanto... atualmente, vivemos essa mudança na estrutura familiar. As
mulheres lutaram para estar lado a lado com os homens no mercado de trabalho, não raros
casos a mulher é quem sustenta ou garante boa parte das despesas da casa, e logo ali, com 3,
4, ou algumas raras exceções aos 6 meses do nascimento precisam retomar seu trabalho e
delegar boa parte dos tão importantes primeiros anos de vida do filho para a.... ESCOLA!!!
E ai começa o dilema, qual confiar, qual pedagogia, qual alimentação, qual rotina, eles dão
amor suficiente? Dão atenção suficiente? E se chora? E se machuca? Nem estarei la!!! É, não
estará! Quantas crianças dividem a sala? E as viroses? Tem ventilação natural? É ar
condicionado? São tantas dúvidas, tanta indecisão, corações apertados, angústias... E lá vão
essas mães, com seus corações apertados, colocam na escola, tiram da escola, trocam de
escola, não se encaixam nesse sistema até que acabam chegando ao limite. Deixam o trabalho
para se dedicar exclusivamente aos filhos. Obviamente não só pela escola, a insatisfação e
falta de propósito na área de trabalho é um grande fator agravante, mas isso é para outro
papo. Pronto! Vou me apertar de grana, dispensar a faxineira, fazer comida em casa, enxugar
custos, mas vou cuidar do meu filho, vou ficar com ele esses primeiros anos e depois eu volto
para o mercado. E o que acontece? Também não era isso que estava faltando! As mães da
nossa geração não foram criadas para cuidar da casa, dos filhos sim, da casa não. Fomos
educadas a estudar, nos capacitar para desenvolver nossos potenciais, ganhar nosso dinheiro e
ser “independente”, muitas de nós não aprendemos nem cozinhar, o serviço da casa seria
dividido entre a família, obviamente, visto que todos são envolvidos na bagunça e sujeira.
Nada mais justo! Mas enquanto as crianças são pequenas inevitavelmente a sobrecarga sobra
para a mulher.
Enfim, mulheres da nossa geração querem produzir, querem trabalhar, querem desenvolver
seus potenciais, seus propósitos. Se seu dom for cuidar da casa e dos filhos estarão felizes e
plenas assim, se for trabalhar fora e deixar o filho na escola estarão felizes e plenas assim, mas

se não for nenhum dos dois o que resta? Qual o meio termo que as mães estão recorrendo
para permanecer presente na vida dos filhos, desenvolver seus talentos plenamente e ainda
ganhar uma graninha? O Empreendedorismo Materno!!! Sim!!! Benvindas ao mundo real (e
nada fácil) do empreendedorismo... e da maternidade. Se você é uma mãe empreendedora
está de Parabéns! Duas missões lindas, desafiadoras, cheias de amor e propósito, força e fé,
paixão e empoderamento! Você pode mais!!