Pesquisa pra que te quero: conheça seu público e converse com ele

 É empreendedora e está estruturando o seu negócio? Ou já tem um negócio e está em dúvida sobre como divulgar seu(s) produto(s) ou serviço(s)? ou ainda: tem um negócio e resolveu inovar? Em todos esses casos, defende a  PhD em Design Fernanda Araujo - coordenadora da Incubadora da Conexão Pandora, conhecer seu público alvo é condição sine qua non.

Quando nasce uma ideia, o público alvo já foi em algum momento pensado. O trabalho então é se aprofundar para compreender a forma como este público leva a vida. 

 - Saber para quem você está entregando seu produto é essencial, tanto para o desenvolvimento do seu negócio quanto para a comunicação. Não temos como vender um produto ou serviço se não soubermos com clareza quem é o comprador - diz Fernanda.

O que precisa saber para conhecer o seu público alvo

 A Fernanda fez uma lista super esperta com aspectos básicos para os quais você precisa estar atenta na hora de pesquisar seu público alvo:

·         Idade e sexo

·         Dados demográficos

·         Preferências

·         Dores

·         Necessidades

Como fazer uma pesquisa de público alvo

Anota aí:

1 - O primeiro passo é definir as personas - descrição de uma ou mais pessoas que se enquadre(m) no seu público alvo. 

Você pode dar nome e atribuir algumas características a essas personas.

Segundo a Fernanda, essa ferramenta é interessante para se ter a visão do cliente de forma simples e rápida na tomada de decisão (desde o tema de um post, até a cor de um produto).  

2 - Buscar pessoas que se enquadrem no perfil das personas e analisar seus perfis nas redes sociais ou fazer uma pesquisa diretamente com elas. Aqui pode pensar em pelo menos 5 pessoas que se relacione com cada persona definida. 

3 - Construir o Mapa da Empatia.  Esta ferramenta ajuda você a se colocar no lugar do cliente, de forma empática, tentando trazer para a consciência como o comportamento dele interfere em seu modo de falar, pensar, sentir e identificar suas necessidades, buscando interpretar suas dores.


Agora é colocar a mão na massa. Bom trabalho!

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 Um mundo se abre ...

Um dos objetivos de compilar todas essas informações sobre o seu público e assim conhecer a personalidade e os gostos dele é, por meio de uma comunicação adequada, despertar empatia. Outro pode ser validar novos produtos, por exemplo.

- Podemos questionar nosso público sobre nossos produtos, com muito pouco ou nenhum investimento. Hoje em dia existem plataformas gratuitas que nos permitem criar questionários, que podemos enviar pelas redes sociais, por exemplo. Ou, no caso de validar algum produto podemos, com um simples protótipo (representação do produto) ver a reação do público e compreender melhorias que podem ser feitas apenas ouvindo feedbacks. -

É importante ter em mente sempre que quanto mais informações você tiver, maior a chance de fazer uma entrega satisfatória. E as pesquisas, que podem ser realizadas de forma simples, são aliadas nesse processo.

- Ao contrário do que muita gente pensa, não precisa ser um número grande de pessoas. Estudos afirmam que, para testes como esse, sendo as pessoas do seu público-alvo cinco já é suficiente para tirarmos conclusões válidas. O mais importante é ter clareza do que queremos saber – explica Fernanda.

Mãe empreendedora, inspire-se e siga em frente  

Letícia Kapper

Jornalista

Se aquela pesquisa de mercado que precisa fazer está tirando seu sono ou a conta que não fecha está te desanimando, para um pouquinho, respira e busca inspiração. Isso mesmo! Estar motivada é muito importante na caminhada do empreendedorismo materno, por isso esse post é sobre uma mulher, que depois de virar mãe, encontrou o seu lugar no mundo.

Ana Cristina Benavente, a Tina, é bióloga de alma e formação e educadora, segundo ela, de espanto (rs!). Hoje está com 39 anos, se tornou mãe aos 33, quando soube da gravidez.  Depois do nascimento da linda Angelina suas prioridades mudaram e ir em direção ao seu propósito de vida se tornou a única alternativa.  Ela sócia fundadora do encantador Jardim Curioso.

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O que mudou na sua vida a partir da maternidade?

Um compromisso e senso de responsabilidade eternos com aquela vida! Quando ela nasceu eu tinha 34 e mudou minhas prioridades, mudou minhas escolhas e sinto que potencializou minha vontade de realizar... de concretizar meu propósito. Vontade de ir além, de seguir o caminho de autoconhecimento e evolução de maneira mais consciente.

Qual o significado da maternidade pra você?

A maternidade é a maior oportunidade de transformação que a vida pode oferecer! A oportunidade de se olhar... olhar pra dentro, se enxergar no outro. Re-pensar atitudes. Ativar a consciência! Participar de maneira ativa do desenvolvimento de um ser... conhecê-lo e perceber a beleza que é a vida!

Fala um pouco da sua filha...

A Angelina é realmente um raio de sol! Brilho dourado que brota lá de dentro e se manifesta até as pontinhas dos fios de cabelo! Que aquece o coração! Tem alegria no olhar e no corpo, a sapequice de um sagui! Encantada com a natureza e com o belo, traz na alma a agilidade de um acrobata, a sutileza de um desenhista, a curiosidade de um cientista, a criatividade de um inventor e a graça de um palhaço! Uma linda lagarta em transformação, prestes a sair do casulo.

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Conta um pouco sobre o seu negócio ..

O Jardim Curioso é um espaço cuidadosamente preparado para receber crianças e pássaros! Um lugar cheio de natureza para brincar livre, ser autônomo e criativo. Um convite para a família vivenciar experiências diferentes juntos. Uma oportunidade para observar a infância, repensar o relacionar e se sentir parte da grande teia da vida.

 Tina participa da incubadora de negócios maternos da Conexão Pandora. Saiba mais: CLIQUE AQUI

Como tudo começou?

Desde a faculdade eu sentia vontade de fazer a interface entre as pessoas e a natureza. Mais tarde, trabalhando com educação, entendi que nós, seres humanos, precisamos de mais sentir do que falar. Que somos natureza e que em algum momento perdemos esse sentido natural. E que os centros de atendimento à primeira infância formatavam as crianças muito cedo. Sentia que as crianças precisavam ser! Vivenciar! Trazer sua potência! Ser encorajadas! Ir além!!! Minha vontade era ter um lugar assim... do jeitinho que eu acreditava! Bom!

Em um desses encontros na vida com as crianças, criei um blog. O Almanaque Curioso. Isso faz tempo! (Rs !) que era tipo um “manual do mundo” sabe? Com curiosidades e convites pra desvendar o mundo! Experimentos, etc, mas acabou que não consegui seguir com ele, ficou ali adormecido.

 

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Onde o “Almanaque Curioso de Angelina” entra nesta história?

Após o nascimento da Angelina, transformei o Blog em uma conta de Instagram, que passou a chamar “Almanaque Curioso de Angelina”. Ali eu colocava inspirações de brincar com bebês... sempre com o olhar para essa infância mais livre, plena e em conexão com a natureza. Longe das telas e do consumo!

 

Conta um pouco sobre parcerias nessa caminhada..

Meu caminho cruzou com o caminho da Carol Paixao... uma amiga distante da faculdade... outro grande (Re)encontro da vida! Nossas filhas nasceram na mesma época, o que nos aproximou ainda mais. Quando percebemos, estávamos alinhando propósitos, estávamos nos mudando pra Santa Catarina e resolvemos então reativar o Almanaque Curioso... com o pano de fundo da investigação científica, a natureza e o brincar, inspirar outros adultos a proteger a infância também!

Foi uma linda caminhada de oficinas, palestras, workshop, tínhamos até um programa na rádio da Pinheira! Hahaha! Fazíamos uma revista mensal linda!!! Realizamos muita coisa por e com nossas filhas! Até que materializamos o Almanaque em um espaço físico: a Casa Curiosa, que fica na Guarda do Embau! Depois da Casa Curiosa, resolvi trazer o mesmo ideal pro Campeche, onde eu moro! Afinal ficou inviável para nós ir e voltar da Guarda toda semana...

Então em mais outro encontro incrível da vida, meu caminho cruzou com o da Júlia Taragano!! Permacultora, mãe de gêmeas, que em uma de suas buscas por iniciativas que envolviam criança e natureza, nos encontrou! Ela queria abrir seu jardim com uma parceria, eu queria um lugar e é uma parceira por aqui! Nos juntamos e abrimos o Jardim Curioso! Estamos nessa construção bem linda! Uma caminhada de respeito, aprendizado e muita diversão!

 

Sente que encontrou seu lugar no mundo?

Eu sinto que esse é sim meu propósito! Sinto que a vida é um caminhar. Um aprendizado eterno! Mas que a minha bandeira vai ser sempre na defesa de uma infância livre, de relações mais verdadeiras e genuínas e de que somos parte da teia da vida!

 

Quais os próximos passos, Tina?

Desde o começo, no Almanaque Curioso, era algo bem informal e sempre sentimos necessidade de formalizar alguns processos, abrir empresa para dar segurança para a gente para os nossos clientes. Conheci a Camila, depois a Fernanda e veio a possibilidade de a gente participar da incubadora de negócios maternos da Conexão Pandora. Pra gente foi muito interessante pensar em ter auxílio de quem entende do assunto, de um grupo de mulheres, num lugar voltado para mulheres, especialmente para as mães e poder enxergar melhor o aspecto mais burocrático, qual o nosso produto, o que a gente está entregando. É uma coisa muito intuitiva, criatividade e tudo mais, mas a gente estava sentindo vontade de trazer esse aspecto mais seguro para todo o processo e tornar mais palpável o caminho que estamos tomando. Então está sendo muito legal, muito interessante, muito produtivo. Só não está sendo mais rápido porque o negócio já existe, já está rodando, acaba que a gente prioriza outras coisas no dia a dia. Mas sempre que a gente vai para as reuniões está sendo muito bom. Muito bom para mim como pessoa, estou repensando a minha atuação, as minhas escolhas dentro do projeto, qual o papel de cada um envolvido. Estamos colocando as coisas no lugar certo para a gente ter essa visão mais palpável.

Saiba mais sobre a incubadora de negócios maternos da Conexão Pandora. CLIQUE AQUI

 

SOBRE O JARDIM CURIOSO

Por Tina

Abrimos três tardes para crianças de 0 a 7 anos. Menores de 2 anos precisam agendar pois temos uma cuidadora especial pra eles e vagas limitadas por tarde. Ou devem estar acompanhados.

Oferecemos almoço em dias letivos e lanche sempre! Funcionamos das 12h30 às 17h se forem almoçar. Sem almoço, das 13h30 às 17h.

Todos os dias preparamos o espaço de uma forma diferente, cheia de convites de brincar e natureza! Nós não somos recreadores, mas sim cuidadoras brincantes, que mediam relações quando necessário.

Fazemos expedições na natureza também, sozinhas ou com o pessoal do Trilhas de criança e do Jardim das Brincadeiras!

As últimas sextas-feiras do mês recebemos adultos para um café da manhã cheio de bate-papo, estudo, troca, receitas, não na massa, experiências!!!

Estudamos e praticamos CNV e Disciplina positiva, além de trazermos valores claros... princípios de permacultura e uma certa influência (inspiração) da pedagogia Waldorf, Montessori, Piaget, Manoel de Barros, Gandhy Piorski, etc.

 

O desafiador mundo das finanças num negócio materno

Por Letícia Kapper

Ouço muito por aí (e já vivenciei também): tenho uma ideia, mas não entendo nada de finanças. E agora? Bom, o primeiro passo é se conscientizar que o financeiro é muito, mas muito importante no nosso sistema capitalista e não dá pra viver só da emoção que nos move em direção ao negócio materno ideal. É necessário colocar um pé na terra e criar raízes.

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Para entender um pouquinho desse universo conversei com a Letícia Lucca, a Tita, que é mentora da Incubadora da Conexão Pandora.

Segundo ela, a análise de viabilidade é o start para começar um negócio.

É preciso colocar no papel quanto vai custar. Por exemplo: numa loja de roupa infantil, quanto vai custar o aluguel, o condomínio, a internet, o celular, o contador e os colaboradores? Em qual imposto me encaixo? Optarei pelo simples nacional? Qual vai ser a porcentagem em cima das notas que vou tirar?

Agora que já colocou todos os custos relativos ao seu negócio materno no papel, precisa verificar quanto você vai precisar circular de dimdim para pagar as contas e lucrar um pouco.

Como fazer isso? A especialista responde:

Vamos continuar no exemplo da loja de roupa infantil. O levantamento de todos os custos mostrou que serão R$ 20 mil por mês. Então, a empreendedora vai ter que pagar os custos fixos e estoque da loja. Vamos dizer que fique em R$ 40 mil. Isso dividido por 23 dias úteis vai dar mais de R$ 1 mil de venda por dia.

Olhando para a concorrência

Daí outras perguntas precisam ser respondidas, pontua a Tita:

Como é o faturamento de quem está na região? Consigo ou não alcançar isso? Quantas roupas preciso vender por dia pra chegar nesse faturamento¿ E assim a gente vai mensurando se o negócio é viável ou não.

Para alívio das mães empreendedoras, a Tita me contou que a maioria dos negócios são viáveis. Alertou também que:

Demoram em torno de três anos pra conseguir retorno que a pessoa espera. Todo o negócio tem um tempo de maturação.

Quer saber mais sobre a INCUBADORA. Clique aqui

 

É viável, e agora?

Seu negócio materno é viável, mas ele precisa ser mais do que isso. Precisa ser financeiramente saudável. Outro desafio.

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Primeiro que a pessoa precisa saber planejamento financeiro, fluxo de caixa e precificação. Tem que saber precificar corretamente. Tem que analisar números no fluxo de caixa. Tem que fazer um planejamento fazendo reserva de emergência, décimo terceiro, férias, rescisão, então a pessoa a pessoa precisa faturar por mês o valor necessário para pagar todos esses custos que a empresa tem e gerar lucro. Só quem pode garantir isso é um bom planejamento, um bom fluxo de caixa e uma precificação correta.

Bem vinda ao desafiador mundo do empreendedorismo materno.

  • Letícia Lucca é mentora da INCUBADORA de negócios maternos da Pandora. Saiba mais clicando AQUI

Comunicação para impulsionar negócios maternos 

Por Letícia Kapper

A comunicação é parte importante de um negócio materno. Ela é capaz de conectar você a seu público e isso é muito potente. E ainda: como dizia o velho Chacrinha (1917 - 1988), “quem não se comunica se trumbica”. Aqui na Pandora, consciente disso, a equipe é multidisciplinar para atender todas as frentes necessárias (o poder da rede – assunto para outro post).

O trabalho é focado em fortalecer a marca a cada dia, além de divulgar as novidades, como o reposicionamento no mercado – agora também é incubadora de negócios maternos.

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Dentro da estratégia de comunicação estabelecida está presença digital – com conteúdo relevantes - e ações estratégicas de assessoria de imprensa, entre outras ações que podemos compartilhar pessoalmente, num cafezinho aqui na Pandora. (convite feito! Só mandar um oi pra gente aqui pelo site ou pelo nosso whatsApp)

Fortaleça seu negócio materno

E você? Sabe como fortalecer a sua marca? Já fez seu planejamento?

Bom, tudo depende do seu objetivo e com quem quer falar. Depois disso definido é só alinhar sua pauta com o seu propósito e ir em frente.

Conheça a incubadora de negócios maternos da Pandora. CLIQUE AQUI

Assessoria de imprensa na estratégia de comunicação

Conheça alguns resultados em mídia espontânea alcançados pela equipe aqui da Pandora. Pode aproveitar também para conhecer um pouco mais desse projeto inovador que virou notícia em Santa Catarina.

Assista a matéria. CLIQUE AQUI

Vem tomar um cafezinho com a gente. Dá um oi por AQUI e agende seu horário.

A apaixonante trilha do empreendedorismo materno

Por Camila Vione e Letícia Kapper

Quando você decide fazer uma trilha é porque já ouviu falar sobre ela, não é? Ou age como uma exploradora e descobre novas trilhas. Em qualquer uma das situações, antes de começar a percorrê-la precisa procurar saber sobre suas dificuldades e sobre o caminho correto a seguir. Além disso, é necessário preparar uma mochila com água, comida, mapa, bússola, roupa extra e até levar coisas extras para nenhum imprevistos surpreender durante o caminho.  

Uma trilha pode estar bem ou mal sinalizada. Pode ter baixo, médio ou alto nível de dificuldade. Quando essa trilha é do empreendedorismo materno, há que se olhar pra ela e planejar o passo a passo para que o caminho seja produtivo e o final previsível. Ou seja: é preciso saber aonde se quer chegar.

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Claro que falando assim parece fácil. Mas saber aonde se quer chegar é, muitas vezes. o primeiro desafio. Começar o percurso do empreendedorismo materno pela jornada de autoconhecimento é uma boa ideia. Afinal, será o seu negócio e você precisa, além de gostar do que estará fazendo diariamente, estar segura.

O segundo passo é pensar em algo inovador. Mais do mesmo não funciona. É preciso impactar o mercado. Como fazer isso? Esse é outro desafio do nosso querido empreendedorismo materno: encontrar algo que pulse dentro de você e que o mundo precise (ou melhor, seu público alvo).

Ah, público alvo! Ele pode ser composto de uma ou mais personas, que depois de mapeadas são ponto de partida para pesquisa de mercado. Afinal, é preciso saber se tudo aquilo você imaginou em seu projeto será útil para o seu público.

O terceiro passo pode ser mapear sua concorrência (ou negócios inspiradores no seu ramo) e analisar ela. Quando falo em “pode” é porque é certo que não existe receita pronta. Cada caso é um caso neste desafiador e apaixonante universo do empreendedorismo materno.

 Maternidade X negócios

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Primeiro, saiba: se você é mãe, você é capaz de empreender e ser bem sucedida. A maternidade nos dá lições diárias de superação, empoderamento e muito amor no coração, quase tudo o que você precisa para alcançar seus objetivos. O resto você consegue se cercando de uma boa rede de apoio para fazer seu negócio materno florescer.

Juntas somos mais fortes

O fato é que não dá pra fazer tudo sozinha. Não dá pra educar uma criança sozinha, a rede é imprescindível. Assim também é com os seus projetos, com os seus negócios. A rede é fundamental para o caminho ser mais fluido e o final previsível.

Saiba como funciona a incubadora da Conexão Pandora

Uma incubadora de negócios maternos para você, mãe, chamar de sua

Por Letícia Kapper

A maternidade e o empreendedorismo podem andar juntos, sim. A tarefa não é fácil, mas é possível e pode te trazer uma satisfação, além de fonte de renda é claro, incrível. Quem garante isso é a turma afiada aqui do Conexão Pandora. Então se quer saber como tirar o seu negócio do mundo das ideias; ou melhorar o seu negócio que não está dando certo; ou ainda: entender o que pode fazer com a vontade de ter o negócio próprio, continua lendo esse texto!

Foto: Carlos Eduardo Maehashi

Foto: Carlos Eduardo Maehashi

Porque incubar o seu negócio

Essas perguntas sempre orbitaram a Conexão Pandora - espaço de coworking familiar, que tem clube de mães voltada para o desenvolvimento pessoal, maternidade e, agora, empreendedorismo. Por isso surgiu a incubadora de negócios maternos. Digamos que nela, que está sob o comando da competente Fernanda Araújo, você poderá trilhar seu caminho com mais clareza e precisão, contando com a mentoria de profissionais especialistas em diversas áreas que são importantes para que seu negócio deslanche. Importante: todas as mentoras são mães.

Gostou da ideia? Saiba como participar clicando AQUI

Incubadora na mídia

Na semana do lançamento, a incubadora de negócios maternos ganhou a mídia. O fato de ser um negócio inovador fez toda a diferença e trouxe a Camille Reis, colunista da revista Versar, aqui para a Conexão Pandora para uma conversa sobre negócios maternos, empreendedorismo, maternidade e por aí vai.

Potência de não estar sozinha

O chamado das sócias da Conexão Pandora - a Fernanda Araujo, a Camila Vione e a Lucieli Guero - é para as mães que tem o empreendedorismo correndo nas veias pararem de engavetar projetos ou simplesmente não avançar.  

O slogan da campanha de lançamento da incubadora é: Experimente a potência dessa rede! E elas não só falam. Elas pontuam todas as vantagens de trabalhar em equipe para alavancar seu negócio materno!


Vantagens de estar na  incubadora

  • Mentoras capacitadas;

  • Conteúdo abrangente disponível;

  • Horas de acesso ao coworking;

  • Troca de conhecimento com a rede de empreendedoras;

  • Descontos especiais com nossos parceiros;

  •        Estrutura física e online;

    Agora deve estar se perguntando se a incubadora vai te ajudar mesmo? Bom, ela é para quem….

  • Quer fazer uma transição de carreira, e quer ter um negócio;

  • Tem insegurança para empreender sozinha e precisa de ajuda e/ou sócia;

  • Quer melhorar seu negócio e precisa estar em contato com pessoas capacitadas para inovar.

    Saiba como participar da incubadora. CLIQUE AQUI

    Confira entrevista completa com Fernanda Araújo. CLIQUE AQUI

Maternidade B, uma nova forma de empreender

Temos algumas certezas em relação a nossa identidade, criamos um bom personagem que fortalece essa crença de nós mesmos e gastamos bastante energia em mantê-lo. Nossa identidade principal está bem ligada ao nosso Sol no Mapa Astral, ali é onde centralizamos e também onde ou a casa que o Sol está no Mapa Astral é onde mora esse personagem.

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Mas a vida não é aquilo que planejamos, ela nos desafia, traz dúvidas, incoerências, medos, insegurança...e é quando saímos da nossa zona de conforto que algo começa acontecer.

A Maternidade pode ser uma dessas etapas da vida que nos desconforta, provavelmente não tão alegre e feliz como projetamos, ela nos brinda constantemente a desafiar esse personagem a tanto tempo criado e cuidado por nós. Esta fase da mulher que inclui sair de um papel e entrar em outro gera desconforto na nossa individualidade e por isso é uma oportunidade de transformação e de reinvenção.

Quando brincamos com o termo de Maternidade B, é porque vivemos dois lados na experiência (A - o amor e a realização e B - a perda de um eu, a morte de um personagem). Nessa nova experiência temos também uma nova oportunidade, criamos soluções, nos adaptamos, flexibilizamos, enxergamos outras oportunidades de trabalho, criamos rede de apoio (pois precisamos), nos abrimos para viver o novo, o criativo.

São inúmeras as histórias de mães e pais que a partir dessa vivência abriram novos negócios, criaram soluções, transformaram suas vidas, mudaram de cidade ou país...Muitos pais também vivem algo nesse nível também mas, é nítido que algo acontece com a mulher/mãe que atravessa não só um nível físico corporal mas algo transpessoal também.

Compreendo como transpessoal, algo que está além da nossa personalidade, algo que nos conecta com um processo coletivo de mudança. Algo que TRANSpassa o meu querer pessoal. No Mapa Astral olhamos os planetas Netuno, Plutão e Urano como esses símbolos que nos transpassam e trazem essa força de impulso que está além do óbvio.

Permita-se ser transpassada pela vida e que a maternidade que nos brinde cada dia mais o encontro com o criativo.

Este texto foi escrito inspirado no Workshop realizado no Social Goog Grazil, em Setembro de 2018. Próximo encontro sobre este tema será dia 14/09 as 14hs, veja nossa agenda.

Texto escrito por Karol Fendel, astróloga, clubber Pandora, mãe do Milo. 

www.karolfendel.com

 

O Poder da Rede Feminina

Uma amiga muito querida teve bebê, segundo filho, chegou na maternidade parindo... E não foi no sentido figurado! 

Num grupo de amigas, ela nos contava a segunda façanha de ter tido um parto express! E entre nós falamos que ela havia roubado o lugar de uma outra amiga, que tbm era dessas! Chegava na maternidade sem tempo nem p internação! 

Daquele tipo que conta que no caminho da maternidade disse q estava com fome e que tinha medo de ser internada sem poder comer, então passou logo p comer um Xis. 

Pra mim que tive um trabalho de parto bastante longo, 52 horas no total, entre prodromos (bem doloridos) até o nascer na 1a gestação e outro de 9 horas, brincávamos da inveja delas terem essa sorte. 

No gancho brincamos com outra que chegou na maternidade “se sentindo estranha”... Estava parindo e não sabia, até hj ela procura a tal dor enorme do parto que nunca sentiu... 

E aí falaram da minha fartura em leite... Algumas dessas amigas não conseguiram o parto normal... Outras dessas amigas não puderam amamentar... Fiquei (e estou ao escrever) tocada com nossas trajetórias... Diferentes em alguns pontos, cada uma sofre aquilo que não conseguiu, comemora seus feitos, e é aplaudida pelas outras, acarinhada qndo se sente fracassada... Pq é assim q nos sentimos qndo a coisa não sai como planejamos...

É incrível o poder e a força que sai desses grupos femininos... Que se une a cada nova etapa, que vibra e sorri com cada nova conquista, que acolhe e sopra cada ferida. 

Obrigada meninas! 

o poder da rede feminina

Obrigada a todas as minhas amigas que me apoiaram e me apoiam até hj.

Esses grupos de apoio são muito além do que a gente pode imaginar, seja para companhia entre as mamadas intermináveis, seja para contar que o filho vomitou e vc está entre ele e a obra.

Seja para compartilhar os grandes acontecimentos de um dente que nasce... Ou para passado esse início de puerpério sentar e beber! 

Se posso te dar uma dica: tenha um (ou vários) desses grupos! Mas tenha!

Post em parceria com escritoras do clube Pandora, Daniele - Empresa Etiquety

Grupo de Estudos na Pandora

Num lugar seguro, as mães se encontram e enfim se permitem um novo olhar, uma nova luz sobre si mesmas. A gente se apresenta, olha uma para a outra e para si mesma, escuta em cada voz presente um pouco da nossa própria história, sendo escrita e reescrita em nós mesmas.

Acreditamos aqui no Conexão Pandora que maternidade e o autoconhecimento caminham juntos, por isso criamos e abrimos o espaço para grupos de estudo. Nesta hora desconectamos do mundo lá fora para nos entregar a nós mesmas, conectando a tudo o que existe aqui dentro.

Um dos nossos grupos recorrentes, é o Grupo de Estudos da Função Materna, ali conversamos e refletimos sobre a jornada que é a Maternidade, coordenado pela Pediatra Márcia Gomes da Silva.

O trabalho está apenas começando. Para uma mãe, todo começar é uma vitória. São muitas as lutas diárias e é raro um tempo para chamar de seu. O despertar da maternidade acende dentro de cada mulher uma pulsão de transformar a si mesma em sua melhor versão. Nasce uma necessidade de se doar sem se perder, de crescer concedendo do seu próprio espaço, de abraçar e acolher suas próprias sombras, de ouvir, sem perder sua própria voz. É o aprendizado de respeitar o novo ser que chega ao mundo, a partir do autorespeito. Essa intensa experiência nos chama de volta a nós mesmas, enquanto o mundo parece nos puxar em direção ao superficial, externo, rápido, pronto.

O início de cada Grupo de Estudos da Função Materna, ou a conhecida “maternidade real”, celebra o empoderamento da mulher, que busca uma vida mais plena e realizada, através do seu desenvolvimento pessoal construído com informação de qualidade. Essa orientação é pessoal, ao vivo, e personalizada. Nenhum grupo é igual ao outro, ainda que os livros que norteiam o trabalho sejam os mesmos. O conhecimento vivo que surge da colaboração de pessoas reais é incomparável ao volume desmedido de conteúdos encontrados nas redes. Um viva às mães que podem dar esse primeiro passo!

Texto escrito em parceria do Clube Pandora - Márcia Gomes da silva

O Start do empreendedorismo materno: A hora de voltar ao Trabalho


E a maternidade tem dessas coisas, junto com ela vem um turbilhão de emoções, aflições,
medos, angústias, indecisões e muito amor, é claro... mas calma, “crises” vem justamente para
transformar algo em nossas vidas, se está se sentindo assim, é hora de sair da zona de
conforto e repensar quais as situações te afligem.
Que a maternidade é muito romantizada todas já sabemos. Mas a verdadeira verdade é que
nosso “padecer no paraíso” começa logo após o nascimento, conferimos dedinhos dos pés, das
mãos, se enxerga, se ouve, vivemos na pele o velho ditado popular. Toda aquela preocupação
que não existia quando éramos só nós, e quem sentia eram nossas mães, vem agora como
uma tonelada de responsabilidade e privações individuais em forma de cuidados e atenção
para esse ser tão indefeso.
Sim, como poderia ser diferente? Quando damos à luz, nasce junto o maior amor do mundo, e
gostaria de saber qual amor vem desprovido de cuidados e atenção, de ficar lambendo a cria o
tempo todo. Nasce junto aquele “sexto sentido” de mãe que até os animais tem (e que nessa
fase, desperta mais forte do que nunca). Tudo junto e combinado para lidar com esse serzinho
que ainda não sabe se comunicar por palavras ou frases, e a pessoa que mais o entende é, sem
dúvida, a Mãe. A mãe parece que tem aquele chipzinho bluetooth que emparelha com o do
bebê e sente tudo, até mais do que deveria, essa intuição da mãe sobre as necessidades e
bem-estar do filho é sem dúvida nossa maior descoberta e prova de empoderamento
feminino.
Porém, contudo, entretanto... atualmente, vivemos essa mudança na estrutura familiar. As
mulheres lutaram para estar lado a lado com os homens no mercado de trabalho, não raros
casos a mulher é quem sustenta ou garante boa parte das despesas da casa, e logo ali, com 3,
4, ou algumas raras exceções aos 6 meses do nascimento precisam retomar seu trabalho e
delegar boa parte dos tão importantes primeiros anos de vida do filho para a.... ESCOLA!!!
E ai começa o dilema, qual confiar, qual pedagogia, qual alimentação, qual rotina, eles dão
amor suficiente? Dão atenção suficiente? E se chora? E se machuca? Nem estarei la!!! É, não
estará! Quantas crianças dividem a sala? E as viroses? Tem ventilação natural? É ar
condicionado? São tantas dúvidas, tanta indecisão, corações apertados, angústias... E lá vão
essas mães, com seus corações apertados, colocam na escola, tiram da escola, trocam de
escola, não se encaixam nesse sistema até que acabam chegando ao limite. Deixam o trabalho
para se dedicar exclusivamente aos filhos. Obviamente não só pela escola, a insatisfação e
falta de propósito na área de trabalho é um grande fator agravante, mas isso é para outro
papo. Pronto! Vou me apertar de grana, dispensar a faxineira, fazer comida em casa, enxugar
custos, mas vou cuidar do meu filho, vou ficar com ele esses primeiros anos e depois eu volto
para o mercado. E o que acontece? Também não era isso que estava faltando! As mães da
nossa geração não foram criadas para cuidar da casa, dos filhos sim, da casa não. Fomos
educadas a estudar, nos capacitar para desenvolver nossos potenciais, ganhar nosso dinheiro e
ser “independente”, muitas de nós não aprendemos nem cozinhar, o serviço da casa seria
dividido entre a família, obviamente, visto que todos são envolvidos na bagunça e sujeira.
Nada mais justo! Mas enquanto as crianças são pequenas inevitavelmente a sobrecarga sobra
para a mulher.
Enfim, mulheres da nossa geração querem produzir, querem trabalhar, querem desenvolver
seus potenciais, seus propósitos. Se seu dom for cuidar da casa e dos filhos estarão felizes e
plenas assim, se for trabalhar fora e deixar o filho na escola estarão felizes e plenas assim, mas

se não for nenhum dos dois o que resta? Qual o meio termo que as mães estão recorrendo
para permanecer presente na vida dos filhos, desenvolver seus talentos plenamente e ainda
ganhar uma graninha? O Empreendedorismo Materno!!! Sim!!! Benvindas ao mundo real (e
nada fácil) do empreendedorismo... e da maternidade. Se você é uma mãe empreendedora
está de Parabéns! Duas missões lindas, desafiadoras, cheias de amor e propósito, força e fé,
paixão e empoderamento! Você pode mais!!